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segunda-feira, 15 de abril de 2013

JOVEM DE PORTO SEGURO GANHA PRÊMIO AGENTE JOVEM DE CULTURA PELO MINISTÉRIO DA CULTURA.



 Lucas Nicácio do Nascimento , natural de Porto Seguro ganhou o prêmio Agente Jovem de Cultura "Diálogos e Ações Interculturais " , Lucas nascido em 25 de dezembro de 1987 hoje com 25 anos , desde muito cedo e fascinado pela arte , começou tocar instrumentos de percussão nas oficinas dadas pelo Professor Josué com onze anos de idade ,e com doze começou a tocar cavaquinho, com catorze começou a dar aulas de musica ,  e deste então não parou mais , no ano de 2006 participou do grupo de choro Limpando a poeira  onde fez várias apresentações na na região ,em 2007 Foi representar Porto Seguro e A Bahia Nos Jogos Pan Americano sediado no Rio de Janeiro  , em 2011 foi  eleito delegado da cultura representando a então território do então Extremo Sul da Bahia na conferência estadual de Cultura onde foi promulgada a lei orgânica de cultura da Bahia; Lucas e Militante das questões Raciais onde luta pela igualdade Racial ,ele e membro do Instituto Sócio-Cultural Brasil Chama África entidade que cuida das questões  para       a promoção da igualdade racial e da Consciência Negra,  chegou a ser Presidente  desta entidade; O Jovem é Tesoureiro e professor de Música no Projeto Arco-Íris onde desde 2007 Trabalha como voluntário dando Aulas de Violão .

O QUE É O PRÊMIO AGENTE JOVEM DE CULTURA  

Prêmio Agente Jovem de Cultura está sendo realizado pelo MinC, por meio da Secretaria da Cidadania e da Diversidade Cultural, em parceria com a Secretaria Nacional de Juventude da Presidência da República e os ministérios do Desenvolvimento Agrário (MDA) e da Saúde (MS).
Edital Prêmio Agente Jovem de Cultura: Diálogos e Ações Interculturais  concederá 500 prêmios, no valor de R$ 9 mil cada, a iniciativas culturais já realizadas e concluídas, propostas por jovens agentes culturais de todo o país que tenham entre 15 a 29 anos. Serão 100 prêmios para a categoria Jovem adolescente (15 a 17 anos), 200 para a categoria Jovem jovem (18 a 24 anos) e outros 200 para a categoria Jovem adulto (25 a 29 anos). A premiação total será de R$ 5,7 milhões e o concurso terá recursos dos programas Brasil Plural e Cultura Viva,do MinC.
O Edital teve 2.469 (dois mil, quatrocentos e sessenta e nove) inscritos em todo o país,e1.711 habilitados e a escolha das 500 iniciativas foi feita pela Comissão de Seleção do Edital que esteve reunida nos dias 16, 17 e 18 de outubro, em Brasília. As regiões que tiveram o maior número de  inscrições foram a Sudeste (913) e Nordeste (835). Já os estados que registraram o maior número de inscritos foram São Paulo (416), Rio de Janeiro (272), Bahia (231) e Minas Gerais (172).
As iniciativas culturais habilitadas têm ações voltadas para as áreas de Comunicação, Articulação e Mobilização Cultural, Cultura e Tecnologia, Pesquisa, Acervo e Diálogos Intergeracionais no Campo da Cultura, Formação Cultural, Produção e Expressão Artística e Cultural, Intercâmbios e Encontros Culturais, e Cultura e Sustentabilidade.


O que Foi Feito com O Prêmio ?

Foi comprado Diversos equipamentos de áudio e Vídeo  para a realização do Projeto Cine Arco-Iris , Segundo Lucas Nicácio era um sonho dele Poder passar Filmes Culturais para a comunidade pois ele Acredita que a linguagem áudio Visual é uma linguagem imediata que expõe o individuo a uma quebra de conceitos  e um choque cultural ,que modifica a forma de pensar e de agir daquele que na maioria das vezes esta em transformação  , uma vez que o publico alvo são crianças .

Quando  e onde acontece o Cine Arco-Íris ?

Acontece todos os sábado  a partir das 18:00 , na Sede do Projeto Arco-Íris ,No Bairro Vila Jardim (Ubaldinão).

Matéria A respeito do Prêmio.



sexta-feira, 12 de abril de 2013

Edital Pontinhos de Cultura

O Projeto Arco-Iris Passa na Primeira Fase do Prêmio Pontinho de Cultura .

O que?
A Ação Pontinhos de Cultura tem como objetivo premiar propostas sócio-cultural-artístico educacionais voltadas para o fortalecimento dos direitos da criança e do adolescente para a construção de uma política nacional de transmissão e salvaguarda da Cultura da Infância e da Adolescência.
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Quem pode? 
Poderão participar deste Edital, pessoas jurídicas de direito privado sem fins lucrativos que atuam com propostas sócio-cultural-artístico-educacionais relacionadas aos saberes e fazeres da Cultura da Infância e da Adolescência, domiciliadas ou estabelecidas no local da ação proposta há, pelo menos, 03 (três) anos, e que apresentarem declaração de funcionamento regular nos 03 (três) anos anteriores, emitida por 03 (três) autoridades do local da sua sede.
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Quanto?
Serão até 70 (setenta) prêmios no valor de R$ 18.000,00 (dezoito mil reais), cada.
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Mais informações;

http://www.cultura.ba.gov.br/edital/pontinhos-de-cultura/

terça-feira, 9 de abril de 2013

Aulas de violão

Acontece todos os sábados a partir das 14:00 horas as oficinas de violão. Ministradas pelo professor Lucas Nicacio ,as oficinas são abertas ao público infanto juvenil do Bairro vila Jardim ,as mesmas acontecem desde 2007 ,já passaram mais de 500 alunos ,hoje são formadas duas turmas entre iniciantes e intermediários .

Cine Arco-Íris


Foi lançado internamente no último dia 30 de Março o cine Arco-Íris ,foi exibido um filme educativo ,contamos com a presença de 60 pessoas ,o cine Arco -íris acontecerá toda semana aos Sábados .

quarta-feira, 6 de março de 2013

Matéria Jornal do Sol Com Tia Lícia


Creudelícia Gomes da Silva - Lícia


Esse é o retrato de Creudelícia Gomes da Silva, ou simplesmente Lícia, uma gaúcha de fibra, que participa e desenvolve diversos projetos sociais na cidade. Só para se ter uma ideia, principalmente para as pessoas que ainda não a conhecem, Lícia Gomes fundou o Projeto Arco-Íris no bairro Ubaldinão, onde crianças e adultos podem desenvolver atividades, como patch work, artesanatos, esportes e aprender instrumentos musicais. Junto com a Sociedade São Vicente de Paula, Lícia teve e tem um papel imprescindível na Creche Casa do Amor, também no Ubaldinão. Atuante no grupo da “Melhor Idade” do centro da cidade, Lícia ainda é voluntária nos projetos “Arte é Vida” (Baianão) e “Pedacinho do Céu em Cores” (Campinho) e tem participações em diversos outros como, por exemplo, no “Bem Querer a Vida” (Vila Vitória).
Achou pouco? Pois ainda é. Esse resumo bibliográfico de Lícia Gomes é restrito aos seus seis anos em que está aqui. Na bagagem que trouxe do Rio Grande Sul, ela carrega muito mais conquistas e a coragem de mudar nossa realidade.
De sua chegada a terra mater e a morte de seu marido até hoje, essa gaúcha dedica em tempo integral para o trabalho social. Então, com vocês Lícia Gomes.


Como Porto Seguro apareceu em sua vida? 
Eu tinha vindo a passeio junto com meu marido em 2001. Quando ele ficou adoentado, com problemas cardíacos, o médico sugeriu que procurasse uma terra quente. Em 2004, meu marido me pediu que viéssemos para Porto Seguro. A partir de então, passamos todos os nossos negócios para nosso único filho no Rio Grande do Sul e buscamos em Porto Seguro, uma melhor qualidade de vida para nós.

O que você encontrou aqui? 
Nós que já trabalhávamos em projetos sociais, conseguimos enxergar melhor a realidade de algumas pessoas. Além de tudo que é lindo na cidade, percebemos muitas pessoas vivendo abaixo da linha da pobreza, principalmente na Praça das Pitangueiras. Meu marido e eu decidimos ajudar, fazíamos macarronada e sucos e levamos para essas pessoas. Muitos eram indigentes e meu marido não tinha força suficiente, devido a seu estado de saúde, de carregar mais que dois litros de suco. Conversávamos com essas pessoas, tentando incentivá-las a sair dessa situação.

Quando seu marido morreu, você chegou a pensar em voltar para sua terra natal? 
Nós chegamos em 2004 e em fevereiro de 2005 meu marido morreu. Nunca pensei em ir embora, nem por um instante e nem naquele momento. Acredito que não vim parar aqui por acaso, mas por alguma coisa eu deveria estar aqui.

Quando foi que surgiu a oportunidade de trabalhar em projetos sociais da cidade? 
Conheci três irmãs (freiras), Ana Helena, Carlinda (que já mora mais aqui) e Cecília, que me convidaram a participar de um projeto no Vila Vitória, o “Nossa Casa -Bem Querer a Vida”, existente até hoje. As irmãs também tentaram emplacar o projeto no Ubaldinão, mas não conseguiram e se restringiram a Vila Vitória. Eu não queria que o projeto acabasse no Ubaldinão e comecei a ensinar nas calçadas do bairro, patch work as crianças e adultos do bairro. A Pastoral da Criança, que desenvolve trabalho com as crianças subnutridas naquela região, concedeu uma casa alugada para realizar essas aulas.

Como era a realidade dessas crianças? 
Cada dia que passava com essas crianças, percebia a realidade que a Pastoral estava enfrentando. Começou com 14 delas subnutridas e depois foi aumentando consideravelmente para 17, 24, e assim por diante. Não podia deixar aquilo continuar. Sou vicentina e procurei a Associação, conversei com pessoas como Adelmo Ribeiro, Antônio (Farmácia Tropical), entre outros 18 vicentinos e fundamos a Creche Casa do Amor. A prefeitura doou o terreno e a comunidade construiu. A obra é assinada pelo arquiteto Leonardo Resende.

Como foi erguer e consolidar a Associação Comunitária Arco-Íris? 
A ideia do projeto foi dar oportunidade as crianças acima de 7 anos e o restante da população de aprender outras profissões, assim como arrecadação de renda dos produtos que fazem e vendem. Qualquer pessoa pode participar, não tem idade. As crianças e adolescentes tem que estar matriculados e ter freqüência nas aulas para participarem do projeto. Eles frequentam o projeto no turno oposto ao do horário escolar. Conseguimos a sede e erguemos a Arco-Íris.

Como foi a escolha do nome do projeto? 
A escolha foi das próprias crianças. Depois fui procurar na Bíblia, o que seria um Arco-Íris e encontrei a explicação da qual eu acredito. Numa passagem, sobre o deserto do Oriente e sob o sol forte de lá, quando chovia para alegria geral do povo daquele lugar, formava-se um arco-íris que é explicado por eles como uma aliança de Deus com a Terra. E é esse o meu conceito.

Em relação aos projetos sociais, hoje, qual é a sua maior preocupação? 
Agora começou a vigorar uma lei federal, onde responsabiliza o Poder Público de ter todos os alunos matriculados na rede de ensino público a partir dos quatro anos. Ou seja, dessa forma as creches não podem mais exercer esse trabalho. A Creche Casa do Amor cuida de muitas crianças de 2 a 6 anos, mas agora não poderá mais fazer isso com crianças até 3 anos. Eu não sei se administrações públicas terão suporte suficiente de executar a lei, principalmente em bairros afastados como Ubaldinão. Realmente não sei.


Jogo rápido

Livro: qualquer um que seja desses autores Augusto Cury, Zélia Gattai e Ágatha Christie.
Filme: os mais românticos, drama ou aqueles que têm jurados e aonde a justiça se faz. 
Em Porto Seguro gosto de ir em...: praia do Mundaí e do Mutá
Em Porto Seguro não gosto de...: do serviço dos Correios.
Secretaria Municipal de Assistência Social: precisam visitar e conhecer mais os projetos da cidade. Ainda são omissos e não valorizam as ações sociais desenvolvidas, principalmente, nos bairros.
Projeto Social da Cidade: As mulheres do CLIPS desenvolvem um importante trabalho em Porto Seguro, dando sustentação e colaborando assiduamente com os outros projetos da cidade.
Felicidade: ver uma criança do projeto ensinando a outra.
Tristeza: perceber que uma das crianças do projeto está se desvirtuando do caminho.
Algum remorso? Não.
Sonho: Que o Vila Jardim seja o melhor bairro de Porto Seguro.

http://www.jornaldosol.com.br/?/fotos_memoria/1442

quinta-feira, 26 de julho de 2012

NOSSA HISTÓRIA




O Projeto Arco - Íris teve início em 02.07.2005 por iniciativa de Tia Lícia (Sra. Creudelícia Gomes da Silva), com a proposta inicial de incentivar as mulheres a apreenderem um conhecimento a mais, levantar sua auto-estima e melhorar sua renda familiar através do trabalho com artesanato, costura a mão, e panificação.. Em 2006 essas mulheres passaram a levar suas filhas para participarem do projeto, preenchendo vagas em oficinas de pintura em tecido, bordado e iniciação musical em flauta. E assim aproximaram-se crianças, adolescentes e jovens, mudando com sua presença o público beneficiado pelo projeto e evidenciando o quanto havia na comunidade uma carência de atrativos. Para além de entreter estes novos beneficiados verificou-se a que através do projeto poderia oferece-los maior assistência na tentativa de contribuir para minimizar as conseqüências da evidente condição social verificada ao redor da comunidade. O Com sede localizada no Bairro Vila Jardim, na periferia da cidade de Porto Seguro, as atividades aconteciam as atividades em um espaço alugado, e posteriormente em 2007 foi doado pelo proprietário anterior, o Sr. Juiz Álvaro. Esse bairro (conhecido como Ubaldinão) foi escolhido pois detinha uma quadro de exclusão social, afetando profundamente a vida de seus moradores, especialmente a crianças, adolescentes e jovens.